terça-feira, 25 de agosto de 2015

OS MAGNATAS DO NARCOTRÁFICO



Por Wagner Baldez (*)

Em todas as fazes da história da humanidade, nada comparável ao poder de destruição do ser humano do que os efeitos nocivos causados pelas DROGAS! Nem mesmo a BOMBA-ATÔMICA lançada contra as cidades portuárias de Hiroshima e Nagasaki; tampouco os artefatos de guerra usados pelas partes beligerantes sobre o comando dos generais: CESAR, ANIBAL, ALEXANDRE, XERXES, NAPOLEÃO, EISENHOWER, MONTGOMERY, MANISTEIM e ROMEL, DOUGLAS MACARTHUM, WEST MORILAND e o CONDE D’EU.
Agregando a esse festival de barbárie consta a peste bubônica causada pelo Bacilo de Yersin e, principalmente, a gripe espanhola, cujo vírus devastou o mundo em 1918.
Em vista de citadas ocorrências, o importante, no particular sobre as drogas, é sabermos historicamente em quais dos países do continente americano o mercado desses entorpecentes teve início e seus respectivos responsáveis!
Acontece que tais agentes, na ânsia de aumentar suas fortunas, procuraram expandir seus negócios, embora tendo consciência do mal que cometeriam contra a humanidade, principalmente à juventude.
Entretanto, o que chega ao conhecimento do público é somente a figura do caminhoneiro, do jovem implicado na venda do produto. Quanto aos verdadeiros donos e monopolizadores de aludidas substâncias químicas, têm a proteção do sistema.
Portanto, nem pensar que tais elementos venham ocupar espaços na mídia.
Quando alguns países da Europa, tais como a ALEMANHA, FRANÇA, HOLANDA, INGLATERRA ocuparam boa parte do território chinês, criaram os chamados CANTÕES. Nesse espaço geográfico, passaram a atuar como governadores. A Inglaterra, reconhecendo tratar-se de um negócio altamente rentável, financiou a cultura da papoula, para que desse vegetal extraísse o ópio, que é um poderoso narcótico: droga essa que tornou a juventude chinesa totalmente dependente.
Citado comércio deixou de existir após a vitoriosa revolução comunista liderada pelo patriota MAO TSE TUNG.
Então, por que motivo a entrada das drogas e armamentos em nosso país não chega a um termo desejável?
A esse respeito é consenso entre os brasileiros que as nossas fronteiras, nos limites mais vulneráveis, incluindo o litoral e espaço aéreo, sejam ocupadas ou vigiadas pelas nossas forças armadas.
Isto é uma obra impossível, por certo dirão as autoridades! Sempre acomodadas quando se trata de assunto dessa natureza.
A respeito desse parágrafo, é como afirmava o notável físico contemporâneo, ALBERT EINSTEIN: “Algo só é impossível até que alguém duvide e acabe provando o contrário.
Quem não se recorda da construção da TRANSAMAZÔNICA na época da DITADURA MILITAR? Para quem não sabe, mencionado projeto não teve como propósito beneficiar o desenvolvimento da região, mas especificamente facilitar o deslocamento das tropas, em números de 10.000 homens, para combater algumas dezenas de jovens universitários por não aceitarem o regime vigente. Operação essa que consumiu grandes recursos dos cofres públicos!
Então, por quais razões não investir numa obra de grande alcance social, cujo empenho resultaria na salvação de nossos jovens, reféns ou vítimas deste grande mal?
A fim de evitar que a presente matéria fique incompleta, torna-se necessário, por uma questão de reconhecimento, proclamarmos os brilhantes artigos sobre tão grave e preocupante questão de autoria do DR. RUI PALHANO, um dos luminares da ciência médica de nossa terra, em favor do qual nutrimos profundo respeito e admiração!



(*) Wagner Baldez - Servidor Público Aposentado, membro do Comitê de Defesa da Ilha, um dos fundadores do Instituto Maria Aragão. Integra a Executiva Estadual do PSOL/MA